Radiestesia, do que se trata?

Excelente explicação do Professor Sérgio Areias, ex-presidente da Associação Brasileira de Radiestesia. O que move o pêndulo radiestésico? Por definição: “Radiestesia é a ação neuromotora liberada pelo inconsciente para o consciente”. É o radiestesista que faz o pêndulo se mover.

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O processo do Perdão

Ian White em Essências Florais Australianas, 2ªedição – 1994 – páginas 77 e 78

IanWhitePara fazer este exercício, o ideal é você encontrar um lugar quieto e privado onde possa falar em voz alta sem receio de ser ouvido ou perturbado por alguém. O exercício pode ser feito em várias vezes ou de uma só vez, porém, se escolheu a última opção, previna-se, pois, o exercício pode demorar algumas horas.
Após deitar-se ou sentar-se confortavelmente, respire profundamente e feche os
olhos. Permita-se entrar num estado de reflexão e relaxamento. Então peça para ser apresentada numa forma visual às pessoas das quais você guarda ressentimentos. Somente uma pessoa aparecerá de cada vez e em primeiro lugar aquela com quem você tem um maior número de assuntos a resolver – quase invariavelmente aparecerá primeiro um dos pais, em seguida, o outro.
Quando vir uma determinada pessoa ou pressentir quem seja, ela ou ele, visualize um cordão saindo do umbigo da pessoa e ao mesmo tempo um cordão saindo do seu próprio umbigo. Dê um laço unindo as duas pontas de cada cordão. Então, falando em voz alta, pronuncie o nome da pessoa e em seguida: “O ressentimento que guardo contra você por … e mencione tudo aquilo que faz sentir-se ressentido ou amargurado com aquela pessoa”.
Após ter falado tudo, diga o nome da pessoa e: “O ressentimento que guardo contra você eu agora libero. Eu o amo e o perdoo”. Enquanto você fala “Eu o perdoo, visualize uma tesoura em sua mão e corte o cordão imaginário que está unindo você à pessoa. Repita todo o exercício por duas vezes e tente mencionar ressentimentos que talvez tenha esquecido nas primeiras vezes, repetindo novamente aqueles já mencionados anteriormente.
Após ter completado os dois exercícios adicionais você então muda o processo. Isto é feito da seguinte maneira: Amarre os dois cordões, o seu ao da outra pessoa e desta vez ao pronunciar o nome da pessoa diga: “O ressentimento que VOCÊ tem contra MIM por….”
Aí cite os fatos pelos quais você imagina que a pessoa possa ter algum ressentimento contra você. Para completar, diga novamente o nome da pessoa e: “Por todas essas coisas pelas quais VOCÊ guarda ressentimento contra MIM, eu agora o perdoo. Eu o amo e o liberto”, e corte o cordão imaginário. Como antes, repita o exercício duas vezes.
Agora você está apto a empenhar-se na resolução de assuntos com a próxima pessoa, portanto peça nesse momento para vir à mente a visualização de outra pessoa contra a qual guarda ressentimentos.

 

Carta de Edward Bach aos colegas de profissão

Dr.BachMount Vernon,
Sotwell, Wallingford, Berks,
26 de Outubro de 1936
Caros Colegas
Seria maravilhoso formar uma pequena Fraternidade sem hierarquia ou
escritório, ninguém maior ou menor do que o outro, que se devotasse aos seguintes
princípios:
I. – Que nos foi revelado um Sistema de Cura que a memória dos homens desconhecia
e, através da simplicidade dos Remédios à base de Flores podemos anunciar com
CERTEZA, absoluta CERTEZA, o seu poder de vencer a doença.
II. – Que nunca criticaremos nem condenaremos os pensamentos, as opiniões e as
idéias dos outros, sempre lembrando que todos são filhos de Deus, cada um
empenhando-se, à sua maneira, para encontrar a Glória de seu Pai.
III. – Que nos levantaremos, como cavaleiros antigos, para destruir o dragão do medo,
sabendo que nunca poderemos dizer uma palavra de desencorajamento, mas que
podemos trazer ESPERANÇA sim, e principalmente CERTEZA aos que
sofrem.
IV. – Que nunca seremos arrebatados pelo aplauso ou pelo sucesso que encontraremos
em nossa Missão, pois sabemos que somos apenas os mensageiros do Poder Maior.
V. – Que conforme as pessoas se recuperarem, anunciaremos que as Flores do campo,
que as estão curando, são a Dádiva da Natureza, que é a Dádiva de Deus. Assim
as traremos de volta à crença no AMOR, na MISERICÓRDIA, na terna
COMPAIXÃO e no PODER do SUPREMO SENHOR.

Edward Bach.

As flores da fronteira

POR RICARDO OROZCO © 2019

Publicação Original: https://anthemon.es/publicaciones/articulos-ricardo-orozco/236-las-flores-de-la-frontera

Traduzido por Antonio César

flores_frontera_900Se classificarmos as essências florais de Bach na ordem em que foram descobertas, temos 3 grupos:

1º: os 12 curadores

2º: os 7 auxiliares

3ª: os últimos 19

O primeiro grupo está relacionado, pelo menos no início da obra de Bach, com 12 personalidades que  envolvem um defeito para resolver e uma lição para aprender, vinculada com a correção desse defeito. Uma tarefa da alma neste “dia da escola terrena” chamado vida. A alma, ao encarnar, se veste de carne e mente para adquirir um aprendizado.

O segundo grupo, sempre a partir dos textos iniciais do Dr. Bach, está relacionado a redirecionar a personalidade primitiva para o caminho traçado pela alma, que coincide com as doze personalidades anteriores.

Finalmente, o terceiro grupo, que Bach chama de flores mais espiritualizadas, parece destinado a nos ajudar a lidar com as dificuldades, muitas vezes dramáticas, que podem nos tirar do caminho.

Com o passar do tempo, e sobretudo após os esquemas misteriosos de Bach, o “espelho” e “circular”, surgiram teorias interessantes que de alguma forma propuseram uma estrutura hierárquica, tanto evolutiva como tratamento cotidiano.

Mas além dessas considerações, não deixa de me surpreender as primeiras e últimas flores de cada grupo, as flores de limite, de uma fronteira hipotética, que se tornam o interruptor de início e fim de três grupos bem diferenciados. E isso tem um grande significado para mim, porque cada flor inicial é o motor que impulsiona um lote floral, e o último se torna um final, o que leva o próprio Bach a acreditar que seu sistema está acabado. Não acerta quando os dois primeiros grupos se concluem, mas quando finaliza o terceiro.

Se olharmos de perto o primeiro grupo, vemos que ele começa com Impatiens (1928 e 1930)[1] e termina com Rock Rose (1932). Além do fato de que estas são duas tipologias, as essências têm uma ampla gama de ação em todos os seres vivos. Ele está trabalhando em duas flores funções instintivas, sobrevivência, conectadas com circuitos de alarme (aceleração e pânico), então eles serão incorporados no que é agora conhecido como Rescue Remedy. É que essa alma imortal encarnada em um corpo precisa que o frágil vestido perecível em que vive sobreviva numerosos perigos e armadilhas.

Quando o Dr. Bach prepara Rock Rose, que ele chama inicialmente de Rescue (Resgate), acredita que o sistema está completo e publica The 12 Healers – Os 12 Curadores (1932). Na verdade, se passam entre 9 e 10 meses de trabalho intenso e frutífero com apenas estas doze essências, até o aparecimento do primeiro auxiliar: Gorse (1933). Se pensarmos nele descobrimos que, ainda que se sobreviva fisicamente, você pode render-se às dificuldades da vida, jogar a toalha e desistir, navegar à deriva renunciando a toda a participação e deixando que seja qualquer outro, talvez o acaso, quem governa o navio.

E, precisamente, pode ser que tenhamos perdido o rumo, o caminho traçado pela alma, que nos leva à necessidade de um guia intuitivo. É preciso recuperar o roteiro traçado pela alma. Porque a vida tem um significado preciso, embora agora não o entendamos e muitas vezes estejamos tão perdidos. É por isso que Bach prepara em 1934 Wild Oat, a bússola inteligente para recuperar a direção perdida.

E será com essa essência última com a qual Bach dá por concluída a busca das essências, embora ainda não saiba que esperam por ele outras 19. Se retira para a casa de Sotwell, onde espera descansar e garantir que o seu trabalho se consolide e difunda.

Porém as tarefas da alma às vezes implicam provas terríveis. E por isso não me surpreende que em 1935, o próprio Bach sofre uma terrível dor de sinusite que o impele a preparar Cherry Plum, a essência que se destina a recuperar a calma quando acredita que vai ficar louco. Assim começaria o dramático ciclo do terceiro grupo. Lembremos que nessas últimas essências Bach experimenta na própria pele, e uma forma maximizada, os estados que vão levar a encontrar a essência precisa que ajudará a superá-los. Nora Weeks é clara a esse respeito. [2]

Se trata assim de uma prova duríssima de seis meses que termina na apoteose, ou melhor, no apocalipse, de Sweet Chestnut. E esta essência da angústia existencial, da noite escura da alma, explica a morte simbólica do ego e o nascimento de uma nova personalidade, agora definitivamente orientada ao ditame da alma. Por isso é lógico que seja Sweet Chestnut a última flor do sistema … desta vez definitivamente. E creio que Bach foi consciente disso, já que ele sobreviveu quatorze meses após sua última criação, treze deles trabalhando, fazendo conferências, apesar de sua saúde sempre frágil. Poderia ter preparado mais 30 essências naqueles últimos treze meses, se pensarmos que o método de cozimento é mais curto que o método de solarização, e dado que em apenas 6 meses de 1935 obteve 19 novas flores. Mas não, ele percebeu que Sweet Chestnut é a flor definitiva, o verdadeiro fim da criação e o nascimento de um sistema completo, como o conhecemos hoje.

[1] Inicialmente, o Dr. Bach prepara Impatiens pelo método homeopático, por dois anos após a solarização da essência.

[2] Veja Weeks, Nora. As descobertas do Dr. Edward Bach. Lidiun Buenos Aires, 1993 / Indigo. Barcelona, ​​2007.

 

A harmonia das flores

Dr. José Maria Campos (Clemente), no livro “Os sete remédios solares – a ação curativa das flores e dos metais”

As flores representam a etapa de máxima sutilização da matéria no reino vegetal. Para elas convergem substâncias e forças terrestres que ascendem do solo e se elevam de patamar em patamar dentro do campo vital da planta. Por outro lado, as flores são o gesto sublime de entrega do vegetal à luz. Nessa doação ele incorpora os elementos imponderáveis que lhe chegam de todas as direções do cosmos e os expressa como cores, harmonia de formas, aromas e vibrações.

Por meio das folhas, as plantas se abrem diretamente às influências da luz do Sol. Assimilam sua energia radiante, materializam-na pela fotossíntese sob a forma de substâncias, e assim a introduzem na vida vegetal. Por meio das flores, porém, as plantas se doam por completo à luz e trazem à manifestação material o resultado dessa comunhão. Assim, na formação floral as plantas se elevam acima da vida vegetativa e se relacionam mais intensamente com a vida solar e cósmica, seus ritmos e movimentos.

correntes de forças
As correntes de forças, cósmicas e telúricas, presentes na vida do vegetal

Nas flores se materializa em alto grau o padrão de harmonia da planta. Esse concentrado de energias, impregnado de impulsos de orem e pureza, atua no organismo e no psiquismo humano, favorecendo seu reequilíbrio.

A irradiação das flores toca o ser humano sobretudo no plano etérico e no astral-emocional. Suas cores, a simetria de suas formas, seus perfumes e emanações sutis elevam também o campo etérico do ambiente.

Mas há ainda aspectos mais profundos das flores, aspectos que atingem até a periferia do corpo causal[1] do ser humano, influenciando suas disposições anímicas. É dessa influência que derivam as demais, acima citadas.

 

[1] Veículo de expressão da alma em níveis supramentais. Trata-se de uma estrutura energética que sintetiza as experiências do ser em suas passagens pela Terra

Frases & Flores do Bush Australiano

Gymea Lily – ABFE

“Nunca tenha medo de trilhar sozinho o caminho. Saiba qual é o seu caminho e siga-o, para onde quer que ele o leve; não sinta obrigação de seguir os passos de outras pessoas.” – Eileen Caddy em Footprints on the Path (Pegadas no Caminho)

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Rough Bluebell -ABFE

“Aquele que se concentra somente em suas próprias necessidades geralmente não termina com muita coisa”. Anônimo

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Grey Spider Flower – ABFE

“Avancem até a borda, disse ele.
Eles disseram: nós estamos com medo.
Avancem até a borda, disse ele.
Eles vieram.
Ele os empurrou…e eles voaram”
Guillaume Apollinaire

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