A Física da Consciência, ou A Explicação do Espaço-Tempo

Por Richard Bach – no livro “Fugindo do Ninho”

Somos pontos focais de consciência, enormemente criativos. Quando entramos na autocriada arena hologramétrica que chamamos espaço-tempo, começamos imediatamente a gerar partículas de criatividade, imajons, num contínuo e violento dilúvio. Imajons não têm carga própria, mas são fortemente polarizados pelas nossas atitudes. Pela força de nossa escolha e desejo, eles se transformam em nuvens de conceptons, uma família de partículas de alta energia, que pode ser positiva, negativa ou neutra.
Alguns conceptons positivos mais comuns são exultonsexcytonsalegronsjovions. Os negativos mais difundidos são depressonstormentonstribulonsagonons miserons. Um número indeterminado de conceptons é criado em erupção permanente, numa ruidosa cascata com nascente em cada centro de consciência pessoal. Eles se aglutinam em nuvens de conceptons, que podem ser neutras ou fortemente carregadas — leves e flutuantes, ou pesadas como chumbo, dependendo da natureza das partículas dominantes.
A cada nanossegundo, um número indeterminado de nuvens de conceptons atinge massa crítica, se transforma em quantum, explode em ondas de probabilidade de alta-energia em velocidade táquion num reservatório eterno de eventos alternativos supersaturados. De acordo com sua carga e natureza, as ondas de probabilidade cristalizam em aparência holográfica alguns acontecimentos em potencial segundo a polaridade da mente que as criou.
Os eventos materializados tornam-se experiência mental, plenos de todos os componentes de estrutura física necessários para que sejam reais e contribuam para a consciência criativa. Esse processo autonômico é a fonte que alimenta todo objeto e todo acontecimento do espaço-tempo.
A hipótese do imajon é persuasiva pela sua capacidade de verificação pessoal. A hipótese garante que, ao focarmos nossa consciência no positivo e construtivo, ao concentrarmos nossos pensamentos nesses valores polarizamos massas de conceptons positivos, geramos ondas de probabilidade benéficas e atraímos eventos alternativos úteis que não teriam aparecido de outra maneira.
O reverso é verdade na produção de eventos negativos, como o medíocre em-cima-do-muro. Por intenção ou por deixar estar, querendo ou não, não apenas escolhemos como criamos condições exteriores visíveis que refletem o estado interior do ser.

Carta de Edward Bach ao colega Maçon Sr. Daniel, alguns dias antes de sua morte em 27/11/1936

Mount Vernon, Sotwell,
Wallingford, Berks.
1 de novembro de 1936

Caro Sr. Daniel:
Estou diariamente à espera de um chamado para um trabalho mais agradável que o deste mundo difícil.
Portanto, se este meu corpo miserável falhar em desempenhar suas funções dignas, incluindo ostras e champanhe, e o barulho do martelo na mesa do banquete, muito menos as entradas e o corte de carne, sim! e depois o café e o charuto, sem falar no vinho …
[O Banquete Ritual Maçônico é organizado em cada Loja de acordo com o ritual estabelecido; San Juan no verão e San Lorenzo no inverno. Com o Mallete (martelo de duas cabeças, feito de madeira ou marfim), o Venerável Mestre bate na mesa do banquete e pronuncia as palavras iniciais “Mandem, Irmãos” o trabalho começa. Bach aqui faz alusão aos elementos simbólicos constitutivos deste tipo de vestimenta maçônica].
Portanto, você deve ver uma tarde, a caminho de casa, em outdoors anunciando “The Evening Standard”, “The Evening News” ou qualquer outro informante público, que o insignificante Doutor Bach se mudou para uma casa melhor. Bem, você já sabe.

O importante é que, se houver lucro com a venda dos livros atribuídos a mim, os envie à Srta. Nora Gray Weeks, por enquanto no endereço acima mencionado. Ela é minha colega de trabalho há muitos anos e pode aconselhá-lo neste trabalho em caso de qualquer dificuldade. Ele me ajudou a coletar as ervas, estudou suas habilidades comigo e sabe tudo o que sei sobre este trabalho.
Prezado Sr. Daniel, quando estamos prestes a passar pelo Vale das Sombras, podemos não ser tão reservados como quando estamos no mercado de caridade, especialmente quando tomamos um ou dois conhaques para nos animar.
A Obra que vos dei é a “Grande Obra”, é a Obra de Deus, e só Deus sabe porque devo ser chamado a separar-me neste momento de continuar a lutar pela humanidade sofredora. [É claro que aqui Bach está manifestando o alcance alquímico de sua obra e, como veremos adiante, para quem conhece “gíria”, porque, como ele, é um dos Cavaleiros da Távola Redonda].
Mas você, eu sei, é da mesma classe que eu, um dos Cavaleiros da Távola Redonda que dedicou sua vida aos outros e não a si mesmo. [A Távola Redonda foi fundada pelo Rei Arthur para reunir uma fabulosa corte de Cavaleiros-Heróis, todos eles individualidades conscientes, estabelecendo relações de perfeita igualdade entre eles, daí a construção da Távola ou Mesa Redonda. A busca do Santo Graal e dos processos alquímicos, espirituais e transcendentes do ser humano, bem como a defesa das liberdades e a manutenção da ordem cerimonial e mística para o desenvolvimento evolutivo da humanidade foram atividades dos Cavaleiros da Távola Redonda, na época do mítico Arturo e em qualquer outra].
Agradeço a grande ajuda que vocês nos deram em nosso Trabalho anteriormente. Tem sido magnífico da sua parte e muito apreciado por nossa equipe de colaboradores e por mim.
Prezado Sr. Daniel, por toda a sua bondade, sinto como se o conhecesse como um irmão, e um irmão não apenas no sentido terrestre, mas no sentido maçônico. [Além do vínculo de sangue, a fraternidade na Maçonaria é um ato de reconhecimento, gratuito, que une homens e mulheres em uma comunhão fraterna para um sentido de vida superior e transcendente]. Por que ele parou neste ponto em seus empreendimentos mundanos, só Deus sabe. Mas a minha equipe e você continuam a lutar pelo benefício da humanidade sofredora, pelas ervas que nos foram reveladas onde está a cura de todas as doenças.
Cumprimenta você fraternalmente,
Edward Bach.

Os mensageiros distraídos

Lucio, N. [psicografado por] Francisco Cândido Xavier – ©1950 – Jesus no Lar – 37ª Ed. 2018

Os ouvintes do culto da Boa Nova discorriam sobre as polêmicas que se travavam incessantemente em torno da fé, nos círculos do farisaísmo de várias escolas, quando o Cristo, dentro da profunda simplicidade que lhe era característica, narrou, tolerante:

— Um grande senhor recebeu alarmantes notícias de vasto agrupamento de servos, em zona distante da sede do seu governo, que se viam fustigados por febre maligna, e, desejoso de socorrer os tutelados que sofriam na região remota de seus domínios, enviou-lhes mensageiros de confiança, conduzindo remédios adequados à situação e providências alusivas ao reajustamento geral.

Os emissários saíram do palácio com grandes promessas de trabalho, segurança e eficiência na missão; todavia, assim que se viram fora das portas do senhor, começaram a rixar pela escolha dos caminhos.

Uns reclamavam o atalho, outros a planície sem espinheiros e outros, ainda, pediam a passagem através dos montes.

Longos dias perderam na disputa, até que o grupo se desuniu, cada falange atendendo aos próprios caprichos, com absoluto esquecimento do objetivo fundamental.

As dificuldades, porém, não foram solucionadas com decisão. Criados os roteiros diferentes, como que se dilataram os conflitos. Reduzidas agora, numericamente, as expedições sofreram, com mais rigor, os golpes esterilizantes das opiniões pessoais. Os viajantes não cuidavam senão de inventar novos motivos para o atrito inútil. Entre os que marchavam pelo trilho mais curto, pela vargem e pela serra lavraram discussões improdutivas, contundentes e intermináveis. Dias e noites preciosos eram desprendidos em comentários ruidosos quanto à febre, quanto à condição dos enfermos ou quanto às paisagens em torno. Horas difíceis de amargura e desarmonia, de momento a momento, interrompiam a viagem, sendo a muito custo evitadas as cenas de pugilato e homicídio.

Surgiram as contendas, a propósito de mínimas questões, com pleno desperdício da oportunidade, e, em razão disso, tanto se atrasaram os viajores do atalho, quanto os da planície e do monte, de vez que se encontraram no vale da peste a um só tempo, com enorme e irremediável desapontamento para todos, porquanto, à míngua do prometido recurso, não sobrara nenhum doente vivo na carne.

A morte devorara-os, um a um, enquanto os mensageiros discutidores matavam o tempo, através da viagem.

O Mestre fixou nos aprendizes o olhar muito lúcido e aduziu:

— Neste símbolo, temos o mundo atacado pela peste da maldade e da descrença e vemos o retrato dos portadores da medicação celeste, que são os religiosos de todos os matizes, que falam na Terra, em nome do Pai. Os homens iluminados pela sabedoria da fé, entretanto, apesar de haverem recebido valiosos recursos do Céu para os que sofrem e choram, em consequência da ignorância e da aflição dominantes no mundo, olvidam as obrigações que lhes assinalam a vida e, sobrepondo os próprios caprichos aos propósitos do Supremo Senhor, se desmandam em desvarios verbais de toda espécie. Enquanto alimentam o distúrbio, levianos e distraídos, os necessitados de luz e socorro desfalecem à falta de assistência e dedicação.

E afagando uma das crianças presentes, qual se concentrasse todas as esperanças no sublime futuro, finalizou, sorridente e calmo:

— A discussão, por mais proveitosa, nunca deve distrair-nos do serviço que o Senhor nos deu a fazer.

Diagnóstico usando as técnicas de Radiestesia

Por Julian Barnard em Um guia para os remédios florais do Dr. Bach-1979

Healing_Site_Blog_Simples_Questao_Diluicao_Entrevista_Julian-640-x-640-px-2Algumas pessoas têm a habilidade de determinar o remédio apropriado para o paciente através de várias técnicas de adivinhação. Nos casos em que esse processo é usado com o devido cuidado, essa maneira de prescrever é extremamente eficiente. É preciso lembrar, entretanto que a experiência e o treino do praticante são muito importantes: é vital a precisão ao diagnosticar e, a menos que a precisão seja segura e certa, e possa ser validada pelos resultados do tratamento, esta forma de tratamento acaba criando uma complicação desnecessária. E assim ficamos diante da questão de por que preferir trabalhar no escuro quando é tão fácil ver.

Contudo, tendo feito essas observações quanto à questão da qualidade do nosso diagnóstico, talvez seja útil saber quais técnicas de adivinhação são usadas para diagnosticar e quando elas podem ser particularmente úteis. A sensibilidade do praticante varia. Algumas pessoas são capazes de manter a imagem do paciente em mente, correr o dedo pela lista de remédios ou vidros das essências para detectar que remédios estão sendo necessários. O processo às vezes fica registrado na consciência como um conhecimento direto, uma sensação de formigamento, um choque elétrico agudo no dedo, até mesmo um soluço repentino. Outras pessoas usam o pêndulo, e com um sinal convencionado para ‘sim’ e para ‘não’, conseguem detectar os remédios corretos. Às vezes, uma ‘testemunha’ se faz necessária: uma fotografia do paciente, uma mecha de cabelo ou algo semelhante. Se o paciente está presente, é possível, segurando-lhe a mão e tocando um remédio de cada vez, obter uma resposta sobre o remédio necessário.

Diante desses fatos, esses métodos poderiam ser rápidos e eficientes. Se temo mesmo habilidade de usar o pêndulo com precisão podemos detectar um traço que pode ser difícil de diagnosticar de uma maneira mais normal. Se estamos diante de um impasse e não conseguimos encontrar o remédio, podemos tentar fazê-lo com a ajuda de um pêndulo. Porém, é evidente que um conhecimento completo dos remédios é muito útil no final das contas, pois torna possível empregar todas as habilidades do conhecimento humano para ajudar o paciente, o que é diferente da simples prescrição de um remédio, confiando que este vai fazer tudo. Na maioria dos casos, é importante explicar para o paciente por que um remédio está sendo receitado, de modo que ele possa compreender qual é o seu problema e possa trabalhar para superá-lo. Se conhecemos suficientemente os remédios, nem sempre será necessário recorrer ao pêndulo.

Alguns praticantes de técnicas de radiestesia empregam o princípio dos Remédios de Bach no tratamento ao transmitirem a ‘frequência’ de uma determinada essência para o paciente. Isso não implica o líquido físico do remédio, mas o paciente recebe os mesmos benefícios como se o tivesse tomado pois a vibração de cura é recebida diretamente pelo corpo sutil. Quando essas técnicas são usadas, os frascos da essência matriz ou o nome do remédio são colocados numa relação especial com a testemunha, talvez através de um padrão de cura particular. Alguns curadores podem projetar a qualidade de um remédio sem fazer uso de nenhum instrumento ou equipamento externo, e embora esse procedimento possa nos desviar um pouco do escopo da prática ordinária, é bom notar uma coisa: se numa emergência temos os remédios conosco, então está bem que os usemos; mas se de repente nos virmos diante de uma situação em que as essências são necessárias, mas não dispomos delas naquele instante, podemos apelar pela sua ajuda, concentrando-nos intensamente em suas propriedades específicas de cura. Se pudermos entender a natureza sutil com que os remédios atuam, então não será estranho para nós trabalhar dessa maneira. Assim como há um poder de cura na essência das flores, há também um poder de cura no pensamento.

Como prevenir a infecção por Coronavirus?

Traduzido por Antonio César – do Blog de Tiejun Tang:

https://chinesemedicinesalon.blogspot.com/2020/01/how-to-prevent-coronavirus-infection.html?spref=fb&m=1  em 25/01/2020 às 21:21

Tiejun Tang

Estamos todos cientes do novo vírus do coronavírus que se espalha de Wuhan em toda a China e além dela. Essa doença é muito semelhante à epidemia da Síndrome Respiratória Aguda Grave  (SARS) de 2003, que se originou na China e se espalhou para 37 países com 8098 casos e 774 fatalidades . Os patógenos são de um subtipo diferente de coronavírus; Seu período de incubação é maior que o da SARS e seus sintomas são ligeiramente diferentes.

O SARS se espalhou inicialmente de Guangzhou, no sul da China, e eu estava trabalhando naquela cidade quando o SARS começou a se espalhar. Nosso hospital é um dos principais hospitais de Guangzhou, por isso aceitamos e tratamos muitos pacientes. Quando os pacientes foram diagnosticados com SARS, eles foram isolados e tratados com a medicina moderna. Meu professor de doutorado, o professor Deng Tietao, sugeriu ao governo central o uso da medicina tradicional chinesa e, após o envolvimento da medicina herbal chinesa, a taxa de mortalidade foi significativamente reduzida.

Fitoterapia chinesa foi amplamente utilizada para prevenir a infecção por SARS. Muitas pessoas tomaram a decocção à base de plantas de Banlangen (Radix isatidis), que provou ter uma função antiviral. ‘[1] Durante o período epidêmico da SARS em Hong Kong, havia 2.601 equipes médicas administradas com a decocção Kandu Bufei.. Foi confirmado que 1.063 pessoas haviam tomado por duas semanas sucessivas, de acordo com a solicitação, e haviam retornado a eficácia do monitoramento do questionário. Eles eram considerados o grupo de tratamento. O grupo controle era composto por 15.374 indivíduos que não tomavam medicamentos fitoterápicos chineses. o grupo de tratamento contraiu a infecção por SARS enquanto no grupo controle, 64 (0,4%) estavam infectados. [2]

Uma extensa pesquisa farmacológica mostrou que muitos medicamentos fitoterápicos chineses têm efeitos antivirais muito bons de várias maneiras. [3] Fitoterapia chinês pode impedir a ocorrência de infecção por coronavírus. Possivelmente está melhorando os sintomas através do aumento da imunidade do corpo. Os ingredientes da decocção Kandu Bufei foram baseados na fórmula clássica de Yupingfeng San, que é registrada na dinastia Yuan em 1345 DC. Yupingfeng em chinês significa tela de jade. Isso significa que, como uma tela de jade, este medicamento pode proteger as pessoas dos males do vento. Pesquisas modernas mostraram que uma fórmula modificada de Yupingfeng San pode inibir infecções virais respiratórias in vitro e in vivo. [4]

A infecção por coronavírus é evitável. Usar uma máscara, lavar as mãos e beber muita água pode ajudar a prevenir a infecção, mas a melhor maneira de prevenir a infecção por coronavírus é tomar uma decocção de ervas chinesas. Você pode acessar sua clínica de ervas chinesa local para obter sua tela de jade. Isso ajudará você a ficar seguro contra o risco de coronavírus.

 

Referências

  1. Zhou WResearch progress of Chinese herbal medicine Radix isatidis (banlangen).
          Am J Chin Med. 2013;41(4):743-64.
  2.  Liu Dehui.Clinical Observation on the Preventive Effect of KangduBufei Decoction on Acute Severe Respiratory Syndrome. Chinese Journal of Integrated Traditional and Western Medicine. 2004; 24(8): 685-688.
  3. Jun Huang. Antiviral Herbs – Present and Future. Infectious Disorders – Drug Targets, 2014, 14, 61-73.
  4. Liu Q.Jiawei-Yupingfeng-Tang, a Chinese herbal formula, inhibits respiratory viral infections in vitro and in vivo.J Ethnopharmacol. 2013; 150(2):521-8.

O processo do Perdão

Ian White em Essências Florais Australianas, 2ªedição – 1994 – páginas 77 e 78

IanWhitePara fazer este exercício, o ideal é você encontrar um lugar quieto e privado onde possa falar em voz alta sem receio de ser ouvido ou perturbado por alguém. O exercício pode ser feito em várias vezes ou de uma só vez, porém, se escolheu a última opção, previna-se, pois, o exercício pode demorar algumas horas.
Após deitar-se ou sentar-se confortavelmente, respire profundamente e feche os
olhos. Permita-se entrar num estado de reflexão e relaxamento. Então peça para ser apresentada numa forma visual às pessoas das quais você guarda ressentimentos. Somente uma pessoa aparecerá de cada vez e em primeiro lugar aquela com quem você tem um maior número de assuntos a resolver – quase invariavelmente aparecerá primeiro um dos pais, em seguida, o outro.
Quando vir uma determinada pessoa ou pressentir quem seja, ela ou ele, visualize um cordão saindo do umbigo da pessoa e ao mesmo tempo um cordão saindo do seu próprio umbigo. Dê um laço unindo as duas pontas de cada cordão. Então, falando em voz alta, pronuncie o nome da pessoa e em seguida: “O ressentimento que guardo contra você por … e mencione tudo aquilo que faz sentir-se ressentido ou amargurado com aquela pessoa”.
Após ter falado tudo, diga o nome da pessoa e: “O ressentimento que guardo contra você eu agora libero. Eu o amo e o perdoo”. Enquanto você fala “Eu o perdoo, visualize uma tesoura em sua mão e corte o cordão imaginário que está unindo você à pessoa. Repita todo o exercício por duas vezes e tente mencionar ressentimentos que talvez tenha esquecido nas primeiras vezes, repetindo novamente aqueles já mencionados anteriormente.
Após ter completado os dois exercícios adicionais você então muda o processo. Isto é feito da seguinte maneira: Amarre os dois cordões, o seu ao da outra pessoa e desta vez ao pronunciar o nome da pessoa diga: “O ressentimento que VOCÊ tem contra MIM por….”
Aí cite os fatos pelos quais você imagina que a pessoa possa ter algum ressentimento contra você. Para completar, diga novamente o nome da pessoa e: “Por todas essas coisas pelas quais VOCÊ guarda ressentimento contra MIM, eu agora o perdoo. Eu o amo e o liberto”, e corte o cordão imaginário. Como antes, repita o exercício duas vezes.
Agora você está apto a empenhar-se na resolução de assuntos com a próxima pessoa, portanto peça nesse momento para vir à mente a visualização de outra pessoa contra a qual guarda ressentimentos.