Sempre Chestnut Bud

Por Ricardo Orozco ©2018 (Traduzido por Antonio César)

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Não é a primeira vez que escrevo sobre Chestnut Bud. Sempre me surpreendeu que o Dr. Bach incorporasse um broto em seu sistema, neste caso o castanheiro. Um broto é sempre uma promessa germinal de algo, talvez um avanço, um projeto que contenha a informação de algo maior, neste caso as folhas, a flor, a fruta … em que as flores de Bach atuam.

Durante anos estudei especulando sobre a possibilidade de que Chestnut Bud seja a essência mais importante do sistema, já que Bach toma a vida como uma escola, onde ele encarna aprender uma ou duas aulas neste espaço educacional necessariamente breve. Admitir isso nos leva a deduzir que aprender é o tema central da existência e, conseqüentemente, que o sistema floral de Bach necessariamente tem que oferecer essências ao serviço desta nobre causa.

tabela 12 curadores

As lições a serem aprendidas, juntamente com os defeitos a corrigir, são sistematizadas em doze e ligadas às primeiras doze essências florais do sistema, os chamados 12 Curadores, que por sua vez estão ligadas a outras tantas tipologias ou personalidades.

Não só os defeitos de personalidade descritos por Bach impedem a aprendizagem ideal. Muitas circunstâncias da vida, como traumas e outras vicissitudes muito diferentes, impedem ou desviam a personalidade do caminho traçado pela alma (o de aprender). E tudo isso exigirá outras flores diferentes que ajudem a gerenciar os vários modos e atitudes que estão acontecendo.

Em suma, o caminho de cada um, neste compromisso espiritual para aprender, pode ser assistido com flores personalizadas que correspondem. Agora, se você pode nomear uma essência global, comum para apoiar todos, este é o Chestnut Bud, a “flor” da aprendizagem.

Embora eu não tenha treinado em Gestalt, sempre vivi cercado por terapeutas que eram. Quando eu ouço termos como “consciência”, “presença” e “responsabilidade”, Chestnut Bud sempre ressoa comigo, a essência que provavelmente mais do que qualquer outra nos ajuda a alcançar essa metaposição tão esperada. Como Claudia Casanovas e Felisa Chalcoff dizem em El Arte de Ayudar, (Great Aldea editores, Buenos Aires, 2009): “Quando vivemos presentes, somos testemunhas que observam tudo o que nos acontece e o que fazemos: nossas emoções, pensamentos, sensações, nossos atos, sem ser totalmente “capturados” por eles. Nós somos essa testemunha que observa. Não somos o que observamos; somos quem observa. Não somos essa emoção; somos quem a experimenta. Não somos nossas idéias;  somos aqueles através de quem essas idéias se manifestam”.

Eu continuaria escrevendo muitas páginas sobre Chestnut Bud, mas eu sinto que com este breve artigo eu contribuo para encorajar o uso desta fabulosa essência … Chestnut Bud, sempre e para sempre Chestnut Bud.

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