Diagnóstico usando as técnicas de Radiestesia

Por Julian Barnard em Um guia para os remédios florais do Dr. Bach-1979

Healing_Site_Blog_Simples_Questao_Diluicao_Entrevista_Julian-640-x-640-px-2Algumas pessoas têm a habilidade de determinar o remédio apropriado para o paciente através de várias técnicas de adivinhação. Nos casos em que esse processo é usado com o devido cuidado, essa maneira de prescrever é extremamente eficiente. É preciso lembrar, entretanto que a experiência e o treino do praticante são muito importantes: é vital a precisão ao diagnosticar e, a menos que a precisão seja segura e certa, e possa ser validada pelos resultados do tratamento, esta forma de tratamento acaba criando uma complicação desnecessária. E assim ficamos diante da questão de por que preferir trabalhar no escuro quando é tão fácil ver.

Contudo, tendo feito essas observações quanto à questão da qualidade do nosso diagnóstico, talvez seja útil saber quais técnicas de adivinhação são usadas para diagnosticar e quando elas podem ser particularmente úteis. A sensibilidade do praticante varia. Algumas pessoas são capazes de manter a imagem do paciente em mente, correr o dedo pela lista de remédios ou vidros das essências para detectar que remédios estão sendo necessários. O processo às vezes fica registrado na consciência como um conhecimento direto, uma sensação de formigamento, um choque elétrico agudo no dedo, até mesmo um soluço repentino. Outras pessoas usam o pêndulo, e com um sinal convencionado para ‘sim’ e para ‘não’, conseguem detectar os remédios corretos. Às vezes, uma ‘testemunha’ se faz necessária: uma fotografia do paciente, uma mecha de cabelo ou algo semelhante. Se o paciente está presente, é possível, segurando-lhe a mão e tocando um remédio de cada vez, obter uma resposta sobre o remédio necessário.

Diante desses fatos, esses métodos poderiam ser rápidos e eficientes. Se temo mesmo habilidade de usar o pêndulo com precisão podemos detectar um traço que pode ser difícil de diagnosticar de uma maneira mais normal. Se estamos diante de um impasse e não conseguimos encontrar o remédio, podemos tentar fazê-lo com a ajuda de um pêndulo. Porém, é evidente que um conhecimento completo dos remédios é muito útil no final das contas, pois torna possível empregar todas as habilidades do conhecimento humano para ajudar o paciente, o que é diferente da simples prescrição de um remédio, confiando que este vai fazer tudo. Na maioria dos casos, é importante explicar para o paciente por que um remédio está sendo receitado, de modo que ele possa compreender qual é o seu problema e possa trabalhar para superá-lo. Se conhecemos suficientemente os remédios, nem sempre será necessário recorrer ao pêndulo.

Alguns praticantes de técnicas de radiestesia empregam o princípio dos Remédios de Bach no tratamento ao transmitirem a ‘frequência’ de uma determinada essência para o paciente. Isso não implica o líquido físico do remédio, mas o paciente recebe os mesmos benefícios como se o tivesse tomado pois a vibração de cura é recebida diretamente pelo corpo sutil. Quando essas técnicas são usadas, os frascos da essência matriz ou o nome do remédio são colocados numa relação especial com a testemunha, talvez através de um padrão de cura particular. Alguns curadores podem projetar a qualidade de um remédio sem fazer uso de nenhum instrumento ou equipamento externo, e embora esse procedimento possa nos desviar um pouco do escopo da prática ordinária, é bom notar uma coisa: se numa emergência temos os remédios conosco, então está bem que os usemos; mas se de repente nos virmos diante de uma situação em que as essências são necessárias, mas não dispomos delas naquele instante, podemos apelar pela sua ajuda, concentrando-nos intensamente em suas propriedades específicas de cura. Se pudermos entender a natureza sutil com que os remédios atuam, então não será estranho para nós trabalhar dessa maneira. Assim como há um poder de cura na essência das flores, há também um poder de cura no pensamento.

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