A Física da Consciência, ou A Explicação do Espaço-Tempo

Por Richard Bach – no livro “Fugindo do Ninho”

Somos pontos focais de consciência, enormemente criativos. Quando entramos na autocriada arena hologramétrica que chamamos espaço-tempo, começamos imediatamente a gerar partículas de criatividade, imajons, num contínuo e violento dilúvio. Imajons não têm carga própria, mas são fortemente polarizados pelas nossas atitudes. Pela força de nossa escolha e desejo, eles se transformam em nuvens de conceptons, uma família de partículas de alta energia, que pode ser positiva, negativa ou neutra.
Alguns conceptons positivos mais comuns são exultonsexcytonsalegronsjovions. Os negativos mais difundidos são depressonstormentonstribulonsagonons miserons. Um número indeterminado de conceptons é criado em erupção permanente, numa ruidosa cascata com nascente em cada centro de consciência pessoal. Eles se aglutinam em nuvens de conceptons, que podem ser neutras ou fortemente carregadas — leves e flutuantes, ou pesadas como chumbo, dependendo da natureza das partículas dominantes.
A cada nanossegundo, um número indeterminado de nuvens de conceptons atinge massa crítica, se transforma em quantum, explode em ondas de probabilidade de alta-energia em velocidade táquion num reservatório eterno de eventos alternativos supersaturados. De acordo com sua carga e natureza, as ondas de probabilidade cristalizam em aparência holográfica alguns acontecimentos em potencial segundo a polaridade da mente que as criou.
Os eventos materializados tornam-se experiência mental, plenos de todos os componentes de estrutura física necessários para que sejam reais e contribuam para a consciência criativa. Esse processo autonômico é a fonte que alimenta todo objeto e todo acontecimento do espaço-tempo.
A hipótese do imajon é persuasiva pela sua capacidade de verificação pessoal. A hipótese garante que, ao focarmos nossa consciência no positivo e construtivo, ao concentrarmos nossos pensamentos nesses valores polarizamos massas de conceptons positivos, geramos ondas de probabilidade benéficas e atraímos eventos alternativos úteis que não teriam aparecido de outra maneira.
O reverso é verdade na produção de eventos negativos, como o medíocre em-cima-do-muro. Por intenção ou por deixar estar, querendo ou não, não apenas escolhemos como criamos condições exteriores visíveis que refletem o estado interior do ser.

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